domingo, 30 de diciembre de 2007
domingo, 23 de diciembre de 2007
Sombra dos mortos,maldiçao dos vivos.
Também nós.. Também nós.. E o sol recua.
Apenas o teu rosto continua
A sorrir como dantes,
Liberdade!
Liberdade do homem sobre a terra,
Ou debaixo da terra.
Liberdade!
O nao inconformado que se diz
A Deus,à tirania,à eternidade.
Sepultos insepultos,
Vivos amortalhados,
Passados e presentes cidadaos:
Temos nas nossas maos
O terrivel poder de recusar!
E é essa flor que nunca desespera
No jardim da perpétua primavera
Raimon - Al vent
De pequeño participaba en manifestaciones de la CGTP con mi padre, las personas se involucraban mucho más. Hoy miro incrédulo la pasividad de la gente ante todas ls injusticias que vemos día a día. Se está perdiendo el espíritu combativo de todas estas personas que lucharon por sus ideales. Si nos volvemos a unir venceremos.
viernes, 21 de diciembre de 2007
domingo, 16 de diciembre de 2007
The Fray - How To Save A Life (Version #2)
Galerias del alma...¡El alma ñina¡
Su clara luz risueña;
y la pequeña historia,
y la alegria de la vida nueva...
¡Ah, volver a nacer,y andar camino,
ya recobrada la perdida senda¡
Y volver a sentir em nuestra mano
aquel latido de la mano buena
de nuestra madre...Y caminar em sueños
por el amor de la mano que nos lheva.
viernes, 14 de diciembre de 2007
jueves, 13 de diciembre de 2007
joan manuel serrat - nanas de la cebolla año 1974 10/11
Una obra maestra de la musica y la poesia.Poema de Miguel Hernandez.
miércoles, 12 de diciembre de 2007
martes, 4 de septiembre de 2007
viernes, 31 de agosto de 2007
Colho, maravilhado,
A flor do teu sorriso;
E tudo à minha volta
Se transfigura:
O céu é um mar azul onde navegam aves;
E as montanhas , suaves
Ondulaçoes
Do grande berço maternal do mundo.
Perturbado,
Confundo
As sensaçoes;
E apenas sei que a vara de condao
É o sol de pétalas que me aquece a mao.
Filha:
Os poetas sao loucos.
E poucos
Acreditam
Que a loucura
É o dom do eterno em cada criatura.
Mas neste testemunho comovido,
Neste poema erguido
Sobre a campa das horas
Como um facho de luz inconformada,
Terás, intacta, pela vida fora
A rosa da inocência que és agora.
A flor do teu sorriso;
E tudo à minha volta
Se transfigura:
O céu é um mar azul onde navegam aves;
E as montanhas , suaves
Ondulaçoes
Do grande berço maternal do mundo.
Perturbado,
Confundo
As sensaçoes;
E apenas sei que a vara de condao
É o sol de pétalas que me aquece a mao.
Filha:
Os poetas sao loucos.
E poucos
Acreditam
Que a loucura
É o dom do eterno em cada criatura.
Mas neste testemunho comovido,
Neste poema erguido
Sobre a campa das horas
Como um facho de luz inconformada,
Terás, intacta, pela vida fora
A rosa da inocência que és agora.
miércoles, 29 de agosto de 2007
viernes, 27 de julio de 2007
Verdes são os campos,
De cor de limão:
Assim são os olhos
Do meu coração.
Campo, que te estendes
Com verdura bela;
Ovelhas, que nela
Vosso pasto tendes,
De ervas vos mantendes
Que traz o Verão,
E eu das lembranças
Do meu coração.
Gados que pasceis
Com contentamento,
Vosso mantimento
Não no entendereis;
Isso que comeis
Não são ervas, não:
São graças dos olhos
Do meu coração.
(Luís de Camões)
Dá a surpresa de ser.
É alta, de um louro escuro.
Faz bem só pensar em ver
seu corpo meio maduro.
Seus seios altos parecem
(se ela estivesse deitada)
Dois montinhos que amanhecem
sem ter que haver madrugada.
E a mão do seu braço branco
assenta em palmo espalhado
sobre a saliência do flanco
do seu relevo tapado.
Apetece como um barco.
Tem qualquer coisa de gomo.
Meu Deus, quando é que eu embarco?
Ó fome, quando é que eu como ?
sábado, 21 de julio de 2007
Passam no teu olhar nobres cortejos,
Frotas,pendoes ao vento sobranceiros,
Lindos versos de antigos romanceiros,
Céus do oriente,em brasa,como beijos,
Mares onde nao cabem teus deseijos;
Passam no teu olhar mundos inteiros,
Todo um povo de herois e marinheiros,
Lanças nuas em rutilos lampejos;
Passam lendas e sonhos e milagres!
Passa a India,a visao do infante em sagres,
Em centelhas de crença e de certeza!
E ao sentir-te tao grande, ao ver-te assim,
Amor , julgo trazer dentro de mim
U pedaço da terra portuguesa!
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