viernes, 31 de agosto de 2007

Colho, maravilhado,
A flor do teu sorriso;
E tudo à minha volta
Se transfigura:
O céu é um mar azul onde navegam aves;
E as montanhas , suaves
Ondulaçoes
Do grande berço maternal do mundo.
Perturbado,
Confundo
As sensaçoes;
E apenas sei que a vara de condao
É o sol de pétalas que me aquece a mao.

Filha:
Os poetas sao loucos.
E poucos
Acreditam
Que a loucura
É o dom do eterno em cada criatura.
Mas neste testemunho comovido,
Neste poema erguido
Sobre a campa das horas
Como um facho de luz inconformada,
Terás, intacta, pela vida fora
A rosa da inocência que és agora.
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miércoles, 29 de agosto de 2007


¡Torrero, que voy perdido
y está apagado tu faro!
Noroeste . Nada claro
por el cielo, ¡y te has dormido!

¡Que se ha dormido el torrero
y nadie del estillero
talar su sueño ha querido!
¡Corre, ve, viento marero,
y dile a algún marinero
que el faro no esta encendido!
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¡Que blanco tu corazón
y que blanco tu mirar!
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En las noches, te veo
como una colgadura
del mirabel del sueño.

Asomadas a ella,
velas como pañuelos
me van diciendo adios
a mi, que esyoy durmiendo.
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